Combustíveis em alta e Euribor sob pressão: O que fazer quando a conta da casa e do carro esmagam o orçamento?

Manter o equilíbrio das finanças familiares tornou-se um desafio diário para as famílias portuguesas. De um lado, as revisões da prestação do crédito à habitação impostas pela volatilidade da taxa Euribor continuam a absorver uma fatia considerável do rendimento mensal. Do outro, os aumentos sucessivos nos preços dos combustíveis (gasolina e gasóleo) encarecem as deslocações essenciais do dia a dia, desde as idas para o trabalho até às rotinas escolares dos filhos.

22.09.2026 Combustiveis em alta

Quando estes dois custos fixos sobem em simultâneo, gera-se uma verdadeira "pressão de tenaz" no orçamento familiar: sobra cada vez menos margem para bens alimentares, energia, despesas de saúde ou imprevistos.
A boa notícia? Não consegue controlar o preço da gasolina na bomba, mas tem margem para reduzir o valor que paga ao banco pelo seu empréstimo.
 

O perigo do "crédito de recurso" para cobrir o dia a dia

Com a subida combinada da taxa de esforço e das despesas com transportes, muitas famílias recorrem a pequenos créditos pessoais ou a cartões de crédito para suportar as despesas diárias de supermercado ou combustível.

Este é um dos erros mais perigosos para a saúde financeira:

  • Efeito "bola de neve": As taxas de juro de cartões e créditos ao consumo são consideravelmente mais elevadas.
  • Agravamento da Taxa de Esforço: A acumulação de múltiplos encargos pode ultrapassar os 45% de taxa de esforço máxima recomendada pelo Banco de Portugal, impedindo a aprovação de futuras renegociações ou soluções de poupança.

3 Estratégias para baixar a prestação da casa e aliviar o orçamento

Para compensar o custo acrescido nas deslocações e no custo de vida, a solução passa por agir na maior fatia de despesa do lar: o crédito à habitação.

1. Transferência do Crédito Habitação

Procurar uma entidade bancária concorrente que ofereça spreads mais competitivos, isenção de comissões ou campanhas de adesão com taxa mista/fixa reduzida pode gerar uma poupança imediata de dezenas ou centenas de euros por mês. Em muitos casos, o novo banco assume a totalidade dos custos de transferência.

2. Reavaliação dos Seguros Associados (Vida e Multirriscos)

A maioria dos mutuários mantém os seguros no próprio banco onde contratou o empréstimo, pagando valores acima do mercado. Desvinculá-los ou transferi-los para seguradoras independentes permite obter exatamente as mesmas coberturas por um custo muito inferior, revertendo essa poupança direta para a conta à ordem.

3. Consolidação de Créditos Existentes

Se além do crédito à habitação tem outros créditos no agregado (ex.: automóvel ou cartão de crédito), juntá-los numa única prestação mensal permite reduzir os encargos globais até 50%, recuperando a folga financeira necessária para enfrentar a inflação.

Reduza a sua prestação com o apoio da Maxfinance Nostra

Nenhum consumidor é obrigado a ficar "refém" das condições iniciais do seu contrato bancário. Na Maxfinance Nostra, como intermediários de crédito vinculados, analisamos o seu processo de forma totalmente gratuita, comparamos as propostas dos principais bancos no mercado e tratamos de toda a burocracia para que consiga a menor prestação possível.

Precisa de folga no orçamento para compensar o aumento das despesas diárias?

Entre em contacto connosco ou agende uma simulação gratuita com a equipa da Maxfinance Nostra.

 

Fontes de Informação:

  • Banco de Portugal (Instruções sobre limites à concessão de crédito habitação e taxa de esforço DSTI).
  • Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG - Dados sobre a evolução dos preços médios dos combustíveis simples).
  • European Money Markets Institute (EMMI / Fixing das taxas Euribor).

 

Autor: José França Santos

Maxfinance Nostra

share